Author: valter

  • Leilão dos serviços da Casal garante investimento de mais de R$ 4 bilhões para Alagoas

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    Deputado Davi Maia acompanhou leilão e comemorou: “Momento extremamente importante para o saneamento em AL”

    Nesta quarta-feira (30), aconteceu, na Bolsa de Valores de São Paulo, o leilão da concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário na Região Metropolitana de Maceió, que compreende 13 municípios. A empresa BRK Ambiental Participações S.A foi a vencedora com um lance de outorga de R$ 2 bilhões e nove milhões de reais. 
    Além disso, a empresa aportará um investimento de R$ 2,6 bilhões, uma das exigências do contrato, que tem duração de 35 anos. Ao total, sete empresas se inscreveram para participar do leilão.

    O deputado Davi Maia, autor da lei que possibilitou que o leilão ocorresse, esteve no local para acompanhar a ação. “Estamos falando de um total de mais de R$ 4 bilhões em investimentos. Algo que Alagoas nunca viu. Mostrando que a iniciativa privada pode fazer sua parte no setor de saneamento”, disse. 

    “E Alagoas ainda vai lucrar muito com isso. Nossa proposta é pegar uma parte desse valor e investir no Sertão, no Agreste; investir em água e esgotamento sanitário. E meu mandato Seguirá fiscalizando a empresa que ganhou a concessão”, pontuou Maia.

    Com a concessão, serão cerca de 1,5 milhão de habitantes atendidos. A empresa vencedora do leilão deverá universalizar o abastecimento de água até 2026 e deve levar rede de esgoto para 90% da população até o 16º ano.

    Deputado Davi Maia acompanhou leilão e comemorou: “Momento extremamente importante para o saneamento em AL”

  • Compensação ambiental: Gabinete de Davi Maia planta quase duas mil mudas, em um ano

    Compensação ambiental: Gabinete de Davi Maia planta quase duas mil mudas, em um ano

    Construir um mandato sustentável é uma das bandeiras do deputado estadual Davi Maia (DEM). Para isso, o parlamentar neutraliza as emissões de carbono feitas com atividades do gabinete plantando o equivalente em mudas de árvores, até este mês já foram 1.814. O projeto completou um ano nesta segunda-feira (21), data em que também se comemora o Dia da Árvore. 

    “Em nosso gabinete, temos um setor só para cuidar das questões ambientais. Realizamos um estudo para determinar a quantidade de gases causadores do efeito estufa gerados por nosso mandato. Em média, o gabinete produz 51,687 tCO²e. Com base nisso, traçamos nossa meta”, explica Maia. 

    Em um ano e sete meses de mandato foram plantadas 1.814 mudas de mangue. Ação realizada em parceria com o projeto Nosso Mangue, que é voltado para conservação e recuperação de áreas degradadas do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-CELM.

    Nessa área, o mangue ajuda a proteger o meio ambiente e a lagoa de erosão, além de preservar a fauna marinha, mamíferos e crustáceos que vivem nesse ecossistema.  “Esperamos que esse exemplo sirva para que, cada vez mais pessoas, façam também a sua parte”, conclui.

  • Davi Maia denuncia crime cometido pela Casal, em Santana do Ipanema

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    Nesta sexta-feira (11), o deputado estadual Davi Maia (DEM) denunciou, em suas redes sociais, um crime ambiental cometido pela Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal). A empresa estaria despejando esgoto no Riacho Camoxinga, em Santana do Ipanema, sertão do Estado.

    “Mais um grave crime ambiental cometido por essa empresa. Não basta jogar o esgoto nas praias de Macéio, agora a Casal despeja esgoto no Riacho Camuxinga e no Rio Ipanema que são afluentes do Rio São Francisco. Até quando iremos conviver com esses crimes praticados pela Casal?”, indagou o parlamentar.

    Maia encaminhou denúncia para os Ministérios Públicos Federal e Estadual, e para o Instituto do Meio Ambiente, para que o caso seja apurado.

    Na denúncia, o deputado  repercutiu um vídeo gravado pelo vereador Marciano do Couro (PPS), que, após denúncias de mau cheiro, visitou a Estação de bombeamento da Casal no Riacho e constatou o crime.

    “A  comunidade paga 80% de taxa de esgoto para que ele seja jogado no Riacho. Será que isso é justo? Isso é um absurdo, um crime contra o meio ambiente e contra a população”, disse no vídeo o vereador.

    Crimes ambientais

    Em 2016, a Casal já havia sido condenada pela Justiça Federal pelo lançamento irregular de efluentes no mar de Maceió. No ano passado, Maia também denunciou o despejo irregular de esgoto entre as praias de Ponta Verde e Jatiúca.

  • CADA MINUTO: Frente Parlamentar recebe demandas do setor produtivo sobre PL que obriga uso de máscara

    CADA MINUTO: Frente Parlamentar recebe demandas do setor produtivo sobre PL que obriga uso de máscara

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    Representantes do setor produtivo de Alagoas (Fecomércio, ABIH, Abrasel, Aliança Comercial e Associação Brasileira de Shoppings Centers) receberam dos integrantes da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio e de outros deputados estaduais o compromisso de que serão analisadas mudanças no Projeto de Lei 386/2020, de origem governamental, que torna obrigatório o uso da máscara em espaços públicos, antes que a matéria vá à votação no plenário da Assembleia Legislativa.

    No encontro ocorrido nesta terça-feira (8), na Casa de Tavares Bastos, o presidente da Federação do Comércio do Estado (Fecomércio), Gilton Lima, entregou aos parlamentares um ofício no qual a Federação defende a imposição legal para o uso de máscaras nos ambientes descritos no projeto de lei, desde que o Estado seja capaz de imputar pena ao real infrator, ou seja, às pessoas que descumprirem a norma.

    A solicitação da Fecomércio é que seja apresentada uma emenda supressiva retirando todo o Artigo 4º do PL, que estabelece a aplicação de multas, entre R$ 1 mil e R$ 100 mil, aos estabelecimentos nos quais forem flagradas pessoas sem a máscara de proteção facial. Os espaços públicos citados no projeto incluem repartições públicas, estabelecimentos comerciais, industriais e bancários, empresas prestadoras de serviços, entre outros.

    Participaram da reunião as deputadas Jó Pereira (coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio), Ângela Garrote e Cibele Moura e os deputados Bruno Toledo, Gilvan Barros, Jairzinho Lira, Davi Maia e Silvio Camelo. Do setor produtivo, além do presidente da Fecomércio, estiveram presentes André Guido (ABIH), Vega Vergetti (Abrasel), Robson Rodas (Associação de Shoppings) e Guido Júnior (Aliança Comercial).

    “O momento enseja bom senso, empatia e respeito com o próximo, sobretudo com o que gera emprego e renda em Alagoas… O Estado não deve exercer sua autoridade de forma abusiva ou autoritária, mas sim criar espaço para um processo justo e democrático, impondo penas com a justa comprovação de culpa e seguindo as regras processuais que todos devem observar”, destaca um trecho do documento.

    Os representantes do setor produtivo lembraram ainda que caso haja uma sobrecarga ainda maior de taxas, impostos e fiscalizações sobre o setor, isso representará menos postos de trabalho e até a extinção de diversos empreendimentos em Alagoas.

    Relatora do PL na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Jó Pereira disse que a matéria irá a plenário com uma redação que atenda o setor produtivo. A parlamentar também voltou a frisar a importância da aproximação entre o Poder Legislativo e o Comércio, lembrando que a Frente Parlamentar está à disposição também para construção de projetos que impulsionem o setor. A deputada citou como exemplo uma proposta de simplificação das normas tributárias que está sendo estudada por ela.

    Já Bruno Toledo reforçou a relevância de a discussão ocorrer em tempo hábil, antes da votação do PL, para não afetar o setor que mais gera emprego e renda no estado, e pontuou o trabalho e o empenho de Jó Pereira para que a Frente Parlamentar prosperasse e aproximasse o Poder Legislativo do setor produtivo. Comentário no mesmo sentido também foi feito pelo empresário Robson Rodas.

    Cibele Moura, Ângela Garrote, Davi Maia, Jairzinho Lira e Gilvan Barros reforçaram o compromisso de não aprovarem propostas que tragam mais encargos para o empreendedor e o líder do governo na Casa, Sílvio Camelo, garantiu que serão realizadas discussões internas com os colegas para o aperfeiçoamento do PL enviado pelo Poder Executivo: “Nada que venha a onerar o setor produtivo será bem visto, mas temos que ver as necessidades da adoção de algumas medidas, porque a preocupação do governo é que não haja um retrocesso em relação à pandemia”.

    Depois do encontro, Jó Pereira comentou ainda que é necessário garantir o engajamento da população no uso da máscara, importante para o controle da Covid-19, “por isso o estado precisa intensificar ações educativas, inclusive nas rádios e televisões. Essa é a melhor propaganda do governo para o cidadão neste momento”, concluiu.

  • Secretários estaduais vão a ALE explicar ações de combate à Covid-19

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    Encontro aconteceu na quinta-feira (10)

    Os secretários estaduais de Saúde e de Planejamento, Alexandre Ayres e Fabrício Marques, estiveram na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), nesta quinta-feira (10) para explicar as ações de combate à COVID-19 do Governo do Estado.

    O deputado Davi Maia (DEM) questionou os secretários sobre o que tem sido feito para a devolução dos valores gastos com o Consórcio Nordeste, como foram administrados os recursos federais e sobre as denúncias sobre nepotismo e ingerência no Laboratório Central (Lacen).

    “Embora exista uma Medida Provisória (MP) que permita o pagamento antecipado para aquisição de respiradores na pandemia, isso só poderia ter sido feito com a contrapartida de garantias, o que não houve no caso Alagoas está com um prejuízo de mais de R$ 5 milhões”, diz Maia.

    O secretário de Saúde afirmou que o Governo recebeu mais de R$ 95 milhões de recursos federais para utilizar na pasta e foram gastos cerca de R$ 80 milhões. No total, mais de 56% de recursos gastos na pandemia tiveram origem Federal.

    “Utilizamos esses valores exclusivamente pra investir no Sistema Único de Saúde (SUS), na modernização da estrutura dos hospitais aquisição de equipamentos” afirmou Ayres.

    NEPOTISMO

    Sobre os casos de nepotismo no Lacen, o secretário esclareceu que repudia esse tipo de atitude e que afastou alguns funcionários previamente e está investigando os casos. Acrescentou ainda que os servidores apontados estão há anos nos cargos.

    “Dos 14 profissionais citados, 12 foram contratados na gestão anterior e estão nos cargos há anos. As denúncias do deputado ajudaram a Sesau a tomar as devidas providências e vamos apurar todos os casos”, explicou.

    Em março deste ano, o deputado Davi Maia apresentou documentos que comprovavam nepotismo no órgão estadual.

    CONSÓRCIO NORDESTE

    Sobre o Consórcio, Maia reiterou que Alagoas não pode perder mais de R$ 5 milhões com a compra frustrada de respiradores nunca entregues e valores nunca  devolvidos.

    Sobre o assunto, Alexandre Ayres explicou. “Nós pagamos ao Consórcio Nordeste e estamos sendo responsabilizados pelas ações deles, estamos buscando todos os meios para que o Consórcio responda pelo caso, mas o governo de Alagoas não pode ser responsabilizado por isso”, conclui.

    Saiba mais sobre a reunião: https://www.al.al.leg.br/comunicacao/noticias/secretarios-apresentam-balanco-das-acoes-de-combate-a-covid-1

    Secretários estaduais vão a ALE explicar ações de combate à Covid-19

  • Sem estudos, MPE recomenda paralisação na construção de barragens no Canal do Sertão

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    Deputado Davi Maia pediu que fosse suspensa a construção de 25 barragens

    O Ministério Público Estadual (MPE) deu parecer favorável ao pedido do deputado estadual Davi Maia (DEM) para suspender a construção de 25 barragens que seriam construídas ao longo dos primeiros 65 km do Canal do Sertão. O relatório foi divulgado nesta quarta-feira (9). 

    No pedido, Maia alega que o Governo de Alagoas pretendia gastar mais R$ 21. 469.912,73 na construção das barragens utilizando recursos do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), sem apresentar os devidos estudos de impacto ambiental. As barragens contemplariam os municípios de Delmiro Gouveia, Pariconha e Água Branca.

    “Percebemos que a tecnologia utilizada nessa obra é muito antiga e a obra vai gerar danos ao meio ambiente. Além disso, a liberação dos recursos teve como base apenas um pré-projeto”, diz Davi Maia. 

    CANAL DO SERTÃO

    O Canal do Sertão é a maior obra de infraestrutura hídrica de Alagoas. Foi projetado para se estender por 250 km e beneficiar 42 cidades. Já foram gastos mais de R$ 2,5 bilhões e, ainda assim, muitas comunidades permanecem sem acesso à água. 

    Em maio do ano passado, a obra foi tema de audiência pública na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) e também já foi manchete do jornal Gazeta de Alagoas que o chamou de “elefante branco”. 

    “É uma obra que já gastou quase R$ 3 bi e não está servindo para nada. É dinheiro evaporando, água evaporando, e o sertanejo passando sede a 50 metros do Canal do Sertão, morrendo de sede tanto as pessoas como os animais morrendo de sede e a agricultura sem produzir”, disse Maia, que é presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALE.

  • Davi Maia cobra reabertura do setor de eventos

    Davi Maia cobra reabertura do setor de eventos

    Setor chega ao sexto mês sem funcionar

    O deputado estadual Davi Maia (DEM) cobrou do Governo de Alagoas a reabertura do setor de eventos no Estado, seguindo as recomendações de saúde. O pedido aconteceu durante pronunciamento na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), nesta terça-feira (8).

    “É um setor com 60 mil empresas, mais de um milhão de empregos, R$ 200 bilhões de faturamento e que movimenta 4,3% do PIB do Brasil e não pode permanecer mais parado, já são seis meses sem funcionar e já existe protocolo para retomada desse setor”, explica Maia.

    O parlamentar também ressaltou que a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape) já elaborou um protocolo de retomada do setor de eventos, com as devidas recomendações para retomada dos serviços. O protocolo pode ser consultado aqui

    Maia também lembrou que Alagoas será o último estado do Brasil a receber os recursos da recém aprovada Lei Aldir Blanc, já que o Estado é o único do Nordeste a não apresentar um plano de ação. Cerca de R$ 57 milhões de recursos da União estão aguardando a ação da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). 

    “Bares e restaurantes já estão abertos e fazendo filas nas portas, por que não liberar o setor de eventos e deixar que, de maneira correta e seguindo os protocolos, esse setor possa reabrir e as pessoas voltem a trabalhar”, indagou.

  • GAZETA DE ALAGOAS: Pedido de auditoria nas compras de respiradores é barrado

    GAZETA DE ALAGOAS: Pedido de auditoria nas compras de respiradores é barrado

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    Bancada de oposição na Assembleia Legislativa queria que o TC se debruçasse sobre contrato com o Consórcio Nordeste